“2012” traz tsunami ao Rio de Janeiro
Para quem é fã do chamado cinema catástrofe assistir a cenas de destruição em cidades como Nova York e Londres não tem nada de novidade. Os cenários, com raríssimas exceções, são sempre os mesmos. Analisando por este ângulo, “2012” já conseguiria atrair um público maior. É que o filme que retrata o cataclisma previsto pelo calendário Maia, mostra em uma das suas cenas, a cidade do Rio de Janeiro sendo destruída por uma tsunami, com o Cristo Redentor caindo sobre a Baía de Guanabara. Além de alguns internautas já terem visto na internet, a cena também foi utilizada para ilustrar um dos três cartazes, divulgados pela Columbia Pictures, para promover o filme. Os outros pôsteres apresentados pela distribuidora mostram as cidades de Washington e Los Angeles. Pesquisando sobre esta profecia, na internet, encontramos um depoimento do brasileiro Carlos Oliveira, estudante de doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas em Austin nos EUA. Ele explica que “os maias, possuidores de um calendário mais preciso, mais complexo e muito mais holístico que o nosso, previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco - Hernan Cortez - a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solestício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo”.
Continuando sua linha de raciocínio, “é sabido pela sociedade científica que atualmente, nesta data durante o solstício, a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseados em Einstein e em informação astronômica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isto levará a tsunamis, vulcões, terremotos, etc”, conclui.
Foi baseado nesta linha de raciocínio, que o cineasta Roland Emmerich trará para as salas de cinema o que já é considerado um grande sucesso de bilheterias. O diretor é o mesmo das outras produções catastróficas como "Independence Day" e "O dia depois de amanhã".
































